A função utópica como categoria da práxis segundo Ernst Bloch

Autores/as

  • Rosalvo Schütz
  • Ubiratane de Morais Rodrigues

DOI:

https://doi.org/10.34096/interlitteras.n6.16453

Resumen

Este artigo objetiva apontar a relação entre o conceito de função utópica e os
estratos de possibilidade como chave para uma compreensão adequada da filosofia
de Ernst Bloch. Para tanto, partimos da definição de função utópica, na forma como
é abordada no capítulo 15 de O Princípio Esperança: uma capacidade humana de
antecipar aquilo que ainda não é, mas que pode ser, distinguindo-se, portanto, do
mero utopismo e da utopia abstrata. Em seguida, apontamos em que condições a
função utópica devém utopia concreta, a saber, com a categoria do possível real.
Isso será demonstrado com a apresentação dos estratos de possibilidade pensados
por Ernst Bloch. Por fim, mostramos como a função utópica bem fundada contribui
para a práxis humana e impulsiona o otimismo militante.

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Publicado

2024-12-13

Número

Sección

Dossier “Ernst Bloch”

Cómo citar

A função utópica como categoria da práxis segundo Ernst Bloch. (2024). Inter Litteras, 6. https://doi.org/10.34096/interlitteras.n6.16453