A figuração da mulher negra e a crítica do naturalismo em Machado de Assis: Arminda, Sabina e Mariana

Autores/as

  • Ana Cotrim

DOI:

https://doi.org/10.34096/interlitteras.n2.9734

Palabras clave:

Machado de Assis, Realismo, naturalismo, Mulheres Negras, Escravidão

Resumen

Este artigo examina três textos curtos de Machado de Assis em que são figuradas mulheres negras (mestiças)1 escravizadas: o conto “Pai contra mãe” (Relíquias da Casa Velha, 1906); o poema narrativo “Sabina” (Americanas, 1875); e o conto “Mariana” (Jornal das Famílias, 1871). Tem a intenção de mostrar que, nesses contos, Machado subverte e desvenda o estereótipo social e literário das mulheres negras em geral e das “mulatas” em particular, bem como argumentar que essa subversão significa uma crítica ao naturalismo que caracteriza essas figuras estereotípicas e compõe a consciência fetichizada do homem branco proprietário.

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Publicado

2020-11-30

Número

Sección

Investigación

Cómo citar

A figuração da mulher negra e a crítica do naturalismo em Machado de Assis: Arminda, Sabina e Mariana. (2020). Inter Litteras, 2, 145-188. https://doi.org/10.34096/interlitteras.n2.9734