Rotinas médicas e padronização: reflexões etnográficas sobre a institucionalização da prevenção da transmissão mãe-filho do HIV num centro obstétrico do sul da cidade de Buenos Aires
DOI:
https://doi.org/10.34096/cas.i37.1341Palavras-chave:
HIV-Aids, Transmissão Mãe-Filho, Rotina Médica, Etnografia, Hospital PublicoResumo
Desde meados dos anos '90 tem se desenvolvido um tipo de intervenção biomédica que, a partir da implementação de um conjunto de procedimentos, tem permitido reduzir drasticamente as possibilidades de transmissão mãe-filho do HIV.Parto da premissa de que o processo de padronização dessas novas intervenções biomédicas em serviços de atenção exige a construção de rotinas que estabelecem "cursos de ação" predefinidos. Neste artigo proponho analisar a construção e implementação de rotinas médicas desde o ponto de vista dos processos de atenção. Para o efeito, apresento alguns resultados de um estudo etnográfico das formas em que os procedimentos e tecnologias para prevenir a transmissão perinatal do HIV é institucionalizados em um hospital no sul da cidade de Buenos Aires. Em particular, se concentrará na análise de rotinas médicas que orientam a determinação da rota e assistência ao parto de mulheres infectadas pelo HIV.
Articulo a análise dos registros de observação em diferentes espaços do hospital, entrevistas com os trabalhadores da saúde e as mulheres e diversos documentos pesquisados.
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