Pessoa, agencia e estado: rotinas de instrução judicial no processo federal argentino

Autores

  • Brígida Renoldi Universidad Nacional de Misiones

DOI:

https://doi.org/10.34096/cas.i32.1430

Palavras-chave:

Investigação judicial, Agência, Justiça Federal, Estado, Decisões burocráticas

Resumo

Esse artigo descreve um Juzgado Federal de Instrucción, âmbito que promove a investigação de crimes federais na cidade de Posadas (Misiones, Argentina). Mostrarei, mediante um esforço em escrever a perspectiva nativa, as rotinas, as pessoas, os papéis, as ações, as provas, as anedotas, os movimentos, as lembranças, aquilo que compõe o meio e opera como referencial do possível. Poderemos advertir que a distinção entre os poderes do Estado se dá através de fluxos e continuidades que tornam imperceptíveis as divisões (porque talvez não existam o tempo todo nem em todos os lugares). Relatarei uma diversidade de situações e aspectos que fazem parte da instrucción, como fase dos processos decisórios, enfatizando que existem movimentos de criatividade constantes pelos quais, tanto pessoas como coisas, provocam efeitos em rede que escapam às funções que lhes são oficialmente atribuídas, mas que tornam possível o funcionamento institucional.

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Biografia do Autor

  • Brígida Renoldi, Universidad Nacional de Misiones

    Doctora en Antropología Cultural por la Universidad Federal de Río de Janeiro, Investigadora del CONICET en la Universidad Nacional de Misiones. 

Publicado

2010-12-15

Edição

Seção

Espacio Abierto - Artículos Originales

Como Citar

Pessoa, agencia e estado: rotinas de instrução judicial no processo federal argentino. (2010). Cuadernos De antropología Social, 32, 95-120. https://doi.org/10.34096/cas.i32.1430