Estratégias de apropriação e capital de mobilidade familiar em bairros com limitações físicas e simbólicas para a mobilidade espacial, na metrópole de Santiago do Chile
DOI:
https://doi.org/10.34096/rtt.i31.14763Palavras-chave:
estrategias de movilidad cotidiana, segregación socioespacial, planes de transporte público e infraestructura vialResumo
O estudo de caso que sustenta este artigo busca problematizar as implicações da instalação da Autopista Acesso Sul a Santiago (AASS) e do sistema de Transporte Público Metropolitano nas estratégias e no capital de mobilidade utilizados pelas famílias que habitam em bairros segregados da zona sul da cidade de Santiago. Nesse contexto específico, evidenciam-se formas de exclusão relacionadas às possibilidades de deslocamento dentro e pela cidade. As intervenções urbanas analisadas intensificam processos de segregação e exclusão social, dificultando o uso da cidade. Este caso destaca a falta de visibilidade dos problemas enfrentados pelos habitantes deste e de outros bairros pobres da cidade, que em sua vida cotidiana devem adotar diversas estratégias de apropriação para não ficarem (im)obilizados e para poder realizar seus deslocamentos diários.
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