Estratégias de apropriação e capital de mobilidade familiar em bairros com limitações físicas e simbólicas para a mobilidade espacial, na metrópole de Santiago do Chile

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34096/rtt.i31.14763

Palavras-chave:

estrategias de movilidad cotidiana, segregación socioespacial, planes de transporte público e infraestructura vial

Resumo

O estudo de caso que sustenta este artigo busca problematizar as implicações da instalação da Autopista Acesso Sul a Santiago (AASS) e do sistema de Transporte Público Metropolitano nas estratégias e no capital de mobilidade utilizados pelas famílias que habitam em bairros segregados da zona sul da cidade de Santiago. Nesse contexto específico, evidenciam-se formas de exclusão relacionadas às possibilidades de deslocamento dentro e pela cidade. As intervenções urbanas analisadas intensificam processos de segregação e exclusão social, dificultando o uso da cidade. Este caso destaca a falta de visibilidade dos problemas enfrentados pelos habitantes deste e de outros bairros pobres da cidade, que em sua vida cotidiana devem adotar diversas estratégias de apropriação para não ficarem (im)obilizados e para poder realizar seus deslocamentos diários.

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Biografia do Autor

  • Paulette Landon, Universidad Alberto Hurtado, Facultad de Ciencias Sociales. Santiago, Chile.

    Doctora en Arquitectura y Estudios Urbanos, Pontificia Universidad Católica de Chile. Magíster en Desarrollo, Población y Medio Ambiente, Universidad Católica de Lovaina, Bélgica y Magíster en Estudios Especializados de Desarrollo, Universidad Católica de Lovaina, Bélgica. Trabajadora Social, Universidad Tecnológica Metropolitana. Decana de la Facultad de Ciencias Sociales, Universidad Alberto Hurtado (UAH). Directora del Diploma Ciudad, Movilidad y Transporte de la UAH.  Miembro del grupo de Desigualdades Urbanas de CLACSO.

Publicado

2024-12-09

Como Citar

Estratégias de apropriação e capital de mobilidade familiar em bairros com limitações físicas e simbólicas para a mobilidade espacial, na metrópole de Santiago do Chile. (2024). Revista Transporte Y Territorio, 31, 9-26. https://doi.org/10.34096/rtt.i31.14763